<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Psicologia e Ciência &#187; Problemas de Aprendizagem</title>
	<atom:link href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/tag/problemas-de-aprendizagem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Sep 2011 13:15:45 +0000</lastBuildDate>
	
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Autismo &#8211; um breve histórico.</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-um-breve-historico/</link>
		<comments>http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-um-breve-historico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise do Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento atípico]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas de Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos de desenvolvimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaeciencia.com.br/?p=2091</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;&#8230; Imagine chegar em um país onde você não entende a língua e não conhece os costumes – e ninguém entende o que você quer ou precisa. Você, na tentativa de se organizar e entender esse ambiente, provavelmente apresentará comportamentos que os nativos acharão estranhos&#8230;&#8221; (citação retirada do Manual de Treinamento ABA &#8211; Help us [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/sobre-autismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sobre Autismo'>Sobre Autismo</a> <small> O autismo é considerado uma desordem causada por uma...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-grupo-de-pais/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo &#8211; Grupo de Pais'>Autismo &#8211; Grupo de Pais</a> <small>A criação de grupos de pais tem por objetivo proporcionar...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-terapia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo &#8211; Terapia'>Autismo &#8211; Terapia</a> <small>Para lidar com indivíduos autistas, utilizamos o Método ABA (Applied...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;&#8230; Imagine chegar em um país onde você não entende a língua e não conhece os costumes – e ninguém entende o que você quer ou precisa. Você, na tentativa de se organizar e entender esse ambiente, provavelmente apresentará comportamentos que os nativos acharão estranhos&#8230;&#8221; (citação retirada do Manual de Treinamento ABA &#8211; Help us learn &#8211; Ajude-nos a aprender.)</em></p>
<p>Esta frase pode ser utilizada para compreender a maneira de uma criança portadora do Transtorno de Espectro Autista pensar, sentir e se comportar. Muitos dizem realmente que o autista constrói para sí uma realidade paralela, alheia a nossa, e por viver &#8220;lá dentro&#8221; não consegue se comunicar com os outros que vivem no mundo &#8220;real&#8221;. Será verdade? Vamos resumir aqui um pouco da história do diagnóstico de autismo a partir do texto <em>Abordagem Comportamental do Autismo</em>, de autoria de Alexandre Costa e Silva, diretor de relações públicas da Associação Brasileira de Autismo.</p>
<p>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_55anICIekBQ/STUwcRyZrXI/AAAAAAAAAIo/ca1B_AUflyY/s400/autismo.jpg" alt="" width="400" height="299" /></p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<p><strong>Breve Histórico</strong>.</p>
<p>.</p>
<p>A palavra &#8220;autismo&#8221; deriva do grego &#8220;autos&#8221;, que significa &#8220;voltar-se para sí mesmo&#8221;. A primeira pessoa a utilizá-la foi o psiquiatra austríaco Eugen Bleuler para se referir a um dos critérios adotados em sua época para a realização de um diagnóstico de Esquizofrenia. Estes critérios, os quais ficaram conhecidos como &#8220;os quatro &#8216;A&#8217;s de Bleuler, são: alucinações, afeto desorganizado, incongruência e autismo. A palavra referia-se a tendência do esquizofrênico de &#8220;ensimesmar-se&#8221;, tornando-se alheio ao mundo social &#8211; fechando-se em seu mundo, como até hoje se acredita sobre o comportamento autista.</p>
<p>Em 1943 o psicólogo norte americano Leo Kanner estudou com mais atenção 11 pacientes com diagnóstico de esquizofrenia. Observou neles, o autismo como característica mais marcante; neste momento, teve origem a expressão &#8220;Distúrbio Autístico do Contato Afetivo&#8221; para se referir a estas crianças. O psicólogo chegou a dizer que as crianças autistas já nasciam assim, dado o fato de que o aparecimento da síndrome era muito precoce. A medida em que foi tendo contato com os pais destas crianças ele foi mudando de opinião. Começou a observar que os pais destas crianças estabeleciam um contato afetivo muito frio com elas, desenvolvendo então o termo &#8220;mãe geladeira&#8221; para referir-se as mães de autistas, que com seu jeito frio e distante de se relacionar com os filhos promoveu neles uma hostilidade inconsciente a qual seria direcionada para situações de demanda social.</p>
<p>As hipóteses de Kanner tiveram forte influência no referencial psicanalítico da síndrome que  pressupunha uma causa emocional ou psicológica para o fenômeno, a qual teve como seus principais precursores os psicanalistas Bruno Bettelheim e Francis Tustin.</p>
<p>Bettelheim, em sua terapêutica, incitava as crianças a baterem, xingarem e morderem em uma estátua que, pelo menos para ele, simbolizava a mãe delas. Tustin, por outro lado, acreditava em uma fase autística do desenvolvimento normal, na qual a criança ainda não tinha aprendido comportamentos sociais e era chamada por ela de fase do afeto materno,  funcionando como uma ponte entre este estado e a vida social. Se a mãe fosse fria e suprimisse este afeto, a criança não conseguiria atravessar esta ponte e entrar na vida social normal, ficando presa na fase autística do desenvolvimento. Em 1960, no entanto, a psicanalista publica um artigo no qual desfaz a idéia da fase autística do desenvolvimento.</p>
<p>Naquela época a busca pelo tratamento psicanalítico era muito intensa. Muitas vezes as crianças passavam por sessões diárias, inclusive no domingo. O preço pago era muito alto. Muitas famílias vendiam seus bens na esperança de que aquele método as ajudasse a corrigir o erro que haviam cometido na criação de seus filhos.</p>
<p>Com o advento da década do cérebro, no entanto, estas idéias começaram a ser deixadas de lado &#8211; além de não estarem satisfazendo as expectativas dos pais. A partir de 1980 foram surgindo novas tecnologias de estudo, as quais permitiam investigação mais minuciosa do funcionamento do cérebro da pessoa com exames como tomografia por emissão de pósitrons ou ressonância magnética. Doenças que anteriormente eram estudadas apenas a partir de uma perspectiva psicodinâmica passaram a ser estudadas de maneiras mais cuidadosas, deixando de lado o cogito cartesiano.</p>
<p>Já na década de 60 o psicólogo Ivar Lovaas e seus métodos analítico comportamentais começaram a ganhar espaço no tratamento da síndrome. Seus resultados apresentavam-se de maneira mais efetiva do que as tradicionais terapias psicodinâmicas. E já naquela época as psicologias comportamentais sofriam forte preconceito por parte dos psicólogos de outras abordagens.  Durante as décadas de 60 e 70 os psicólogos comportamentais eram consultados quase que apenas depois que todas as outras possibilidades haviam se esgotado e o comportamento do autista tornava-se insuportável para os pais e muito danoso para a criança.</p>
<p><strong>E como o autismo é visto hoje?</strong></p>
<p>.</p>
<p>É característico do autista apresentar alguns déficits e excessos comportamentais em diversas áreas, conforme melhor explicado adiante. O grau de comprometimento destes déficits podem variar de uma criança para outra e na mesma criança ao longo do tempo. Por este motivo, a expressão Transtorno do Espectro Autista  tem sido mais utilizada em detrimento da palavra Autista.</p>
<p>Manuais diagnósticos como o DSM &#8211; IV TR e o CID &#8211; 10 caracterizam o autismo como um transtorno pervasivo do desenvolvimento no qual existe comprometimento severo em áreas como: diminuição do contato ocular; dificuldade de mostrar, pegar ou usar objetos; padrões repetitivos e esteriotipados de comportamento; agitação ou torção das mãos ou dedos, movimentos corporais complexos; atraso ou ausência total da fala. A National Society for autistic children o encara como um distúrbio do desenvolvimento que se manifesta de forma incapacitante por toda a vida, aparecendo tipicamente nos três primeiros anos de vida. Define como critérios para diagnóstico do autismo o precoce comprometimento na esfera social e de comunicação.</p>
<p>Este Transtorno Invasivo do Desenvolvimento acomete apenas cinco entre cada dez mil nascidos, ocorre em famílias de todas as configurações raciais, étnicas ou sociais. Gauderer (1993) afirma que maioria das crianças com diagnóstico do Transtorno de Espectro Autista tem fisionomia normal, e sua expressão séria pode passar a idéia, geralmente errada, de inteligência extremada. Apesar da estrutura facial normal, no entanto, estão quase sempre ausentes a expressividade das emoções e receptividade presentes na criança com desenvolvimento típico.</p>
<p style="text-align: left;">Nem sempre o autismo está associado a deficiência mental. Às vezes ele ocorre em crianças com inteligência classificada como normal. O chamado &#8220;déficit intelectual&#8221; é mais intenso nas habilidades verbais e menos evidente em habilidades viso-espaciais. É muito comum, no entanto, crianças com este diagnóstico apresentarem desempenho além do normal em tarefas que exigem apenas atividades mecânicas ou memorização, ao contrário das tarefas nas quais é exigido  algum tipo de abstração, conceituação, sequenciação ou sentido.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Incidência</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong>.<br />
Existem várias definições e critérios diagnósticos diferentes do que vem a ser o autismo. Em  decorrência disto, é difícil traçar um nível de incidência confiável, pois conforme variam as definições e critérios diagnósticos, variam também a quantidade de pessoas diagnosticadas. Os índices mais aceitos e divulgados, no entanto, trazem uma média de 5 a 15 casos em cada 10 000 pessoas. Pesquisas epidemiológicas utilizando o DSM &#8211; III-R identificam o dobro deste numero. Quando os criterios medicos são deixados de lado em detrimento dos educacionais, a média aumenta para 21 casos em cada 10 000 pessoas. Quando a síndrome é mais rigorosamente classificada e diagnosticada, entretanto, encontra-se uma prevalência de 2 casos para cada 10 000 pessoas.
</p>
<p style="text-align: left;">Independentemente de qual critério diagnostico seja adotado, sabe-se que pessoas do sexo masculino são em geral mais atingidas. De acordo com o DSM &#8211; IV, ele ocorre três ou quatro vezes mais em meninos do que em meninas. Estas, no entanto, tendem a apresentar limitacões mais severas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Algumas hipóteses etiológicas</strong></p>
<p>Embora diversos tipos de alterações neurológicas e/ou genéticas tenham sido descritas como prováveis etiologias do autismo, não há nada comprovado ainda.  O transtorno pode estar diretamente associado a problemas cromossômicos, genéticos, metabólicos, e até mesmo doenças transmitidas ou adquiridas durante a gestação, durante e após o parto. A dificuldade em elaborar um diagnóstico de autismo é grande, quando se pensa que diversas síndromes possuem sintomatologia semelhante.<br />
Uma quantidade de 75 a 80% das crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista apresenta algum tipo de retardo mental, o qual pode estar associado a inúmeros fatores biológicos.</p>
<p style="text-align: left;">Alguns autores, como Gauderer  afirmam que algumas alterações encefálicas em fases críticas do desenvolvimento embrionário podem dar origem a algum tipo de transtorno que se enquadre no diagnóstico de transtorno do espectro autista, mas os exames clínicos que vem sendo realizados não demonstram correlação significativo entre estas alterações e o transtorno.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Este texto trata-se de um resumo discutido do artigo <em>Abordagem Comportamental do Autismo</em>, de autoria de Alexandre Costa e Silva.</span></p>
<p style="text-align: left;">


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/sobre-autismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sobre Autismo'>Sobre Autismo</a> <small> O autismo é considerado uma desordem causada por uma...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-grupo-de-pais/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo &#8211; Grupo de Pais'>Autismo &#8211; Grupo de Pais</a> <small>A criação de grupos de pais tem por objetivo proporcionar...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-terapia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo &#8211; Terapia'>Autismo &#8211; Terapia</a> <small>Para lidar com indivíduos autistas, utilizamos o Método ABA (Applied...</small></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-um-breve-historico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que o behaviorismo é e o que ele não é</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/o-que-o-behaviorismo-e-e-o-que-ele-nao-e/</link>
		<comments>http://www.psicologiaeciencia.com.br/o-que-o-behaviorismo-e-e-o-que-ele-nao-e/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 01:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Beh. Radical]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Epistemologia]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Básicos de Análise do Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia da ciência]]></category>
		<category><![CDATA[história da ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas de Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reforçamento positivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaeciencia.com.br/?p=1992</guid>
		<description><![CDATA[Na data de hoje, pode ser encontrado no site do Sindicato dos(as) Trabalhadores(as)  em Educação Pública do Espírito Santo mais uma referência – no mínimo incorreta – ao behaviorismo. 


Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/behaviorismo-radical-e-realismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Behaviorismo Radical e Realismo'>Behaviorismo Radical e Realismo</a> <small>Olhando alguns livros eu encontrei algumas críticas ao Behaviorismo Radical...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/conceitos-basicos-de-ac-parte-1-behaviorismo-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conceitos Básicos de AC &#8211; Parte 1 &#8211; Behaviorismo.'>Conceitos Básicos de AC &#8211; Parte 1 &#8211; Behaviorismo.</a> <small>O Behaviorismo teve sua origem em 1913, com a publicação...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/reforcamento-positivo-na-analise-do-comportamento-definicao-e-aplicacoes-clinicas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Reforçamento Positivo na Análise do Comportamento &#8211; Definição e aplicações clínicas'>Reforçamento Positivo na Análise do Comportamento &#8211; Definição e aplicações clínicas</a> <small>Dentro da Análise do Comportamento, os procedimentos de reforçamento são...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1994 alignleft" title="skinner-80s-smiling" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/11/skinner-80s-smiling-206x300.jpg" alt="skinner-80s-smiling" width="206" height="300" />Na data de hoje, pode ser encontrado no site do Sindicato dos(as) Trabalhadores(as)  em Educação Pública do Espírito Santo (<a href="http://www.sindiupes.org/?sub=92">http://www.sindiupes.org/?sub=92</a>) mais uma referência – no mínimo incorreta – ao behaviorismo. Citando a publicação, o site critica as medidas políticas do estado em relação às bonificações oferecidas aos professores da rede pública estadual da seguinte forma:</p>
<p>“aplica um tratamento diferenciado, sob a justificativa de uma concepção educacional retrógada, que se baseia na punição e/ou na compensação (behaviorista).”</p>
<p>A presidenta da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental, Martha Hübner, afortunadamente pronunciou-se contra a infeliz menção à abordagem. Em sua carta, esclareceu:</p>
<p>“a origem e prática da denominada ‘recompensa’ não são, obviamente, behavioristas. O que o Behaviorismo fez foi estudar empiricamente seus efeitos (&#8230;). Há outros reforços [para além do reforço monetário], que chamamos de participação, atenção especial e tempo, muitos deles tão reivindicados pelo movimento sindical que seus dirigentes e os membros da sua base até poderiam ser chamados de behavioristas: solicitação de opiniões e idéias, intervalo extra, oportunidade de formação e voz ativa em decisões, citando só alguns.”</p>
<p>É lamentável notar que representantes tão sérios da opinião publica pouco se importam com a própria opinião pública, como fica claro na carta de Hübner – o estado do Espírito Santo está repleto de professores behavioristas que inevitavelmente se ofenderiam com as colocações apresentadas no site. E a ofensa repousa, principalmente, no desconhecimento daquilo que o behaviorismo é (uma ciência) e daquilo que o behaviorismo não é (um instrumento do controle coercitivo).</p>
<p>Equipe PeC</p>
<p>Leia a <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Carta-da-ABPMC-ao-SINDIUPES.pdf">Carta da ABPMC ao SINDIUPES</a></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/behaviorismo-radical-e-realismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Behaviorismo Radical e Realismo'>Behaviorismo Radical e Realismo</a> <small>Olhando alguns livros eu encontrei algumas críticas ao Behaviorismo Radical...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/conceitos-basicos-de-ac-parte-1-behaviorismo-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conceitos Básicos de AC &#8211; Parte 1 &#8211; Behaviorismo.'>Conceitos Básicos de AC &#8211; Parte 1 &#8211; Behaviorismo.</a> <small>O Behaviorismo teve sua origem em 1913, com a publicação...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/reforcamento-positivo-na-analise-do-comportamento-definicao-e-aplicacoes-clinicas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Reforçamento Positivo na Análise do Comportamento &#8211; Definição e aplicações clínicas'>Reforçamento Positivo na Análise do Comportamento &#8211; Definição e aplicações clínicas</a> <small>Dentro da Análise do Comportamento, os procedimentos de reforçamento são...</small></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.psicologiaeciencia.com.br/o-que-o-behaviorismo-e-e-o-que-ele-nao-e/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Problemas de Aprendizagem &#8211; Por que existem pessoas que tem problemas para aprender?</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/problemas-de-aprendizagem-por-que-existem-pessoas-que-tem-problemas-para-aprender/</link>
		<comments>http://www.psicologiaeciencia.com.br/problemas-de-aprendizagem-por-que-existem-pessoas-que-tem-problemas-para-aprender/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 22:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Análise do Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas de Aprendizagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiaeciencia.com.br/?p=1122</guid>
		<description><![CDATA[É muito comum os psicólogos receberem em seus consultórios mães e pais muito preocupados com seus filhos. As escolas acabam encaminhando ao terapeuta alegando que a criança não consegue aprender. Esse artigo pretente mostrar de forma direta o que é o problema de aprendizagem e o que nao é. E mais do que isso, por que existem pessoas com problemas de aprendizagem.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/as-habilidades-necessarias-para-um-psicologo-parte-4-final-conhecer-as-pessoas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: As habilidades necessárias para um psicólogo &#8211; parte 4 (final) &#8211; conhecer as pessoas'>As habilidades necessárias para um psicólogo &#8211; parte 4 (final) &#8211; conhecer as pessoas</a> <small>No segundo texto dessa série, falei sobre a importância do...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/por-que-as-pessoas-sentem-e-praticam-homofobia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Por que as pessoas sentem e praticam homofobia?'>Por que as pessoas sentem e praticam homofobia?</a> <small>Mas a questão principal aqui é entender porque uma pessoa...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/aprendizagem-criancas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Aprendizagem &#8211; Crianças'>Aprendizagem &#8211; Crianças</a> <small> Uma das aplicações da análise do comportamento na educação...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="alignleft size-full wp-image-1121" title="volta-as-aulas" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/05/volta-as-aulas.jpg" alt="volta-as-aulas" width="420" height="280" />É muito comum encontrar escolas e pais que não sabem o quê fazer com aquele aluno ou filho que tem uma certa dificuldade para aprender os conceitos das aulas. Grande parte das instituições de ensino, sobretudo as escolas da rede publica ,não contam com serviços de psicologos ou psicopedagogos para auxiliar esses individuos</div>
<p>Em um primeiro momento, podemos analisar superficialmente o problema de aprendizagem como uma dificuldade em absorver informação. Os motivos são multifatoriais. Pode ser desde um problema de visão simples de se corrigir com o uso de óculos ,como pode ser mais complicado como a Dislexia necessitando tratamento psicologico, psicopedagógico e dependendo do caso medicamentoso.</p>
<p>Ao se fazer referência às dificuldades de aprendizagem não se pode perder de vista a presença de distorções inerentes ao próprio sistema educacional e às influências ambientais que funcionam como contexto para as manifestações comportamentais e as peculiaridades do indivíduo que pode apresentar, no sistema escolar, o sintoma de não aprender (Linhares, 1998; Marturano, Linhares &amp; Parreira, 1993).</p>
<p>As escolas ou qualquer outra instituição de ensino tendem a estigmatizar o aluno que esta tendo baixo rendimento, supondo que é um problema do proprio aluno. Hoje com os avanços da Psicologia da Educação, sabemos que o Ambiente tem muita importancia. Grande parte das escolas tendem a ignorar o problema, colocando no aluno toda a culpa por seu baixo desempenho, encaminhando o para psicologos que acabam não achando nada errado. Quando se faz uma caracterização do Ambiente, entendemos claramente os motivos dos problemas de aprendizagem que a instituição atribuiu unicamente ao aluno.</p>
<p>Ao constatar individuos com problemas de aprendizagem, é importante verificar qual é o ambiente que esse individuo esta inserido. Ele tem todos os materiais apropriados para aprender ? Essa pessoa possui algum problema emocional ou organico que a impedem de fixar atenção nas disciplinas ? Sera que esse ambiente é favoravel ao aprendizado?</p>
<p>Enfim, existem inumeras questões antes de colocarmos a culpa no aluno. Analisando grande parte dos casos que chegam aos consultorios dos psicologos, entendemos que grande parte do problema esta no ambiente e não no individuo. Existem formas de ensino que são mais eficientes para transmitir conhecimento. Uma dessas propostas é a Abordagem Comportamental.</p>
<div>Se você esta tendo dificuldades em entender os conceitos da sua escola, faculdade ou trabalho, pare uns minutos por dia. Comece a pensar em como é o seu ambiente de trabalho, como é o seu ambiente na faculdade ou na escola. É um ambiente acolhedor ? Aconchegante ? Iluminado ? Os professores parecem animados ao ensinar? Como esta a sua vida ? Esta muito ansioso ? Um periodo de mudanças ou mesmo de Stress com algo?</div>
<div>Caro leitor, o problema de aprendizagem não é uma sentença, muito pelo contrario, definindo as causas reforçadoras para o não aprender, podemos planejar estrategias de intervenção eficientes para a mudança comportamental do não aprender.Claro que dependendo do caso é sempre recomendado procurar um Psicologo qualificado para discutir as questões que o perturbam e restalebecer seu foco.</div>
<div>Alguns problemas são especialmente dificeis de se resolver sozinho, nesses casos é muito importante que um psicologo seja consultado. As vezes o problema é mais facil de se resolver do que se pensa.<br />
O importante é que você o resolva e alcance todos os seus objetivos.</div>
<div>
<p>Por : Marcelo C. Souza</p></div>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/as-habilidades-necessarias-para-um-psicologo-parte-4-final-conhecer-as-pessoas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: As habilidades necessárias para um psicólogo &#8211; parte 4 (final) &#8211; conhecer as pessoas'>As habilidades necessárias para um psicólogo &#8211; parte 4 (final) &#8211; conhecer as pessoas</a> <small>No segundo texto dessa série, falei sobre a importância do...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/por-que-as-pessoas-sentem-e-praticam-homofobia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Por que as pessoas sentem e praticam homofobia?'>Por que as pessoas sentem e praticam homofobia?</a> <small>Mas a questão principal aqui é entender porque uma pessoa...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/aprendizagem-criancas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Aprendizagem &#8211; Crianças'>Aprendizagem &#8211; Crianças</a> <small> Uma das aplicações da análise do comportamento na educação...</small></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.psicologiaeciencia.com.br/problemas-de-aprendizagem-por-que-existem-pessoas-que-tem-problemas-para-aprender/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
