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	<title>Psicologia e Ciência &#187; Filosofia da ciência</title>
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		<title>O que o behaviorismo é e o que ele não é</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 01:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Beh. Radical]]></category>
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		<description><![CDATA[Na data de hoje, pode ser encontrado no site do Sindicato dos(as) Trabalhadores(as)  em Educação Pública do Espírito Santo mais uma referência – no mínimo incorreta – ao behaviorismo. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1994 alignleft" title="skinner-80s-smiling" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/11/skinner-80s-smiling-206x300.jpg" alt="skinner-80s-smiling" width="206" height="300" />Na data de hoje, pode ser encontrado no site do Sindicato dos(as) Trabalhadores(as)  em Educação Pública do Espírito Santo (<a href="http://www.sindiupes.org/?sub=92">http://www.sindiupes.org/?sub=92</a>) mais uma referência – no mínimo incorreta – ao behaviorismo. Citando a publicação, o site critica as medidas políticas do estado em relação às bonificações oferecidas aos professores da rede pública estadual da seguinte forma:</p>
<p>“aplica um tratamento diferenciado, sob a justificativa de uma concepção educacional retrógada, que se baseia na punição e/ou na compensação (behaviorista).”</p>
<p>A presidenta da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental, Martha Hübner, afortunadamente pronunciou-se contra a infeliz menção à abordagem. Em sua carta, esclareceu:</p>
<p>“a origem e prática da denominada ‘recompensa’ não são, obviamente, behavioristas. O que o Behaviorismo fez foi estudar empiricamente seus efeitos (&#8230;). Há outros reforços [para além do reforço monetário], que chamamos de participação, atenção especial e tempo, muitos deles tão reivindicados pelo movimento sindical que seus dirigentes e os membros da sua base até poderiam ser chamados de behavioristas: solicitação de opiniões e idéias, intervalo extra, oportunidade de formação e voz ativa em decisões, citando só alguns.”</p>
<p>É lamentável notar que representantes tão sérios da opinião publica pouco se importam com a própria opinião pública, como fica claro na carta de Hübner – o estado do Espírito Santo está repleto de professores behavioristas que inevitavelmente se ofenderiam com as colocações apresentadas no site. E a ofensa repousa, principalmente, no desconhecimento daquilo que o behaviorismo é (uma ciência) e daquilo que o behaviorismo não é (um instrumento do controle coercitivo).</p>
<p>Equipe PeC</p>
<p>Leia a <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Carta-da-ABPMC-ao-SINDIUPES.pdf">Carta da ABPMC ao SINDIUPES</a></p>


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		<title>Behaviorismo Radical e Realismo</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 13:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beh. Radical]]></category>
		<category><![CDATA[Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Epistemologia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia da ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Olhando alguns livros eu encontrei algumas críticas ao Behaviorismo Radical que me chamaram a atenção. Pra variar, essa crítica se parece muito com as tradicionais confusões que acontecem entre o Behaviorismo Radical de Skinner e o Behaviorismo Metodológico.


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			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://mentedespenteada2.blogs.sapo.pt/arquivo/tortura.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://mentedespenteada2.blogs.sapo.pt/arquivo/tortura.png" border="0" alt="" width="150" height="150" /></a>Olhando alguns livros eu encontrei algumas críticas ao Behaviorismo Radical que me chamaram a atenção. Pra variar, essa crítica se parece muito com as tradicionais confusões que acontecem entre o Behaviorismo Radical de Skinner e o Behaviorismo Metodológico.Queria comentar em especial uma frase que encontrei em meu livro de Personalidade no capítulo onde ele fala sobre o Behaviorismo Radical, eis aqui:</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;<em>Não há dúvida que o Behaviorismo &#8216;funciona&#8217;. A tortura também. Coloque-me nas mãos um Behaviorista firme, eficiente e realista, algumas drogas e aparelhos elétricos simples, que em seis meses farei com que ele recite em público o Credo de Anastácia</em><span>&#8220;.</span></p>
<p><span>A </span>brincadeira é de autoria do poeta W. H. Auden e está no livro <span>Teorias da Personalidade &#8211; Da teoria clássica a pesquisa moderna, </span>2ª edição, página 196.</p>
<p>A &#8220;proposta&#8221; do poeta aparentemente explicita que:</p>
<p>1 &#8211; O Behaviorismo Radical é realista.<br />
2 &#8211; O Behaviorista ignora os sentimentos.</p>
<p>O <span>realismo</span> representa a idéia de que os carros, os prédios, as casas, as pessoas que vejo estão lá realmente &#8211; que existe um mundo fora do sujeito e é este mundo que dá origem as nossas experiências. Se dou as costas para um carro, eu acredito que ao me virar ele estará lá novamente. É como se eu dissesse que o carro e tudo mais o que vejo está fora de mim, enquanto minha experiência, minha percepção a respeito disso, meus pensamentos, são coisas que estão dentro de mim.</p>
<p><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/22/Wm_james.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img class="alignright" style="border: 0px initial initial;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/22/Wm_james.jpg" border="0" alt="" width="150" height="200" /></a><br />
Essa corrente filosófica pode ser contrastada com o <span>pragmatismo, </span>que teve como principais precursores Charles Pierce e William James. Para o pragmatista, não importa se o carro, o prédio ou qualquer outra coisa realmente exista, mas sim que este objeto exerça algum poder explicativo ou função no ambiente. Para James, a nossa concepção a respeito de algum objeto consiste em seus efeitos práticos apenas, nada mais.</p>
<p style="text-align: right; "><em><br />
</em></p>
<p>Embora não haja consenso entre todos os autores, Baum (2006) afirma que os <span>Behavioristas Radicais </span>preferem o pragmatismo ao realismo em função do escopo dualista que o realismo carrega. Se você afirma que &#8220;o mundo exterior é real&#8221;, estará levantando a questão &#8220;se estou separado deste mundo exterior real, onde eu estou?&#8221;. A psicologia popular responderia que você tem dentro de sí um mundo interior privado, subjetivo, em que você experimenta sensações, pensamentos e sentimentos. Somente o corpo externo pertence a este mundo exterior. Isso levaria a outra questão, &#8220;como é que esse mundo exterior influencia o comportamento?&#8221;. É impossível se chegar a alguma resposta já que não há como investigar a maneira pela qual uma variável não natural influencia um evento natural.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Charles_Sanders_Peirce_theb3558.jpg/230px-Charles_Sanders_Peirce_theb3558.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="border: 0px initial initial;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Charles_Sanders_Peirce_theb3558.jpg/230px-Charles_Sanders_Peirce_theb3558.jpg" border="0" alt="" width="150" height="220" /></a><span>Behaviorismo Metodológico </span>baseava-se no realismo. Eles diziam que a ciência lidava apenas com o objetivo, observável por mais de uma pessoa. Consideravam que a ciência era constituída de métodos para o estudo do mundo &#8220;fora da pessoa&#8221;. Ele supõe que o mundo objetivo está lá fora, acessivel a todos enquanto o subjetivo é a caixa preta, impossível de ser estudada pela ciência.</p>
<p>Se admitíssemos esse dualismo, uma ciência objetiva que lidasse somente com o comportamento exterior pareceria incompleta; por isso os behavioristas costumam ser acusados de ignorar o mundo interior dos pensamentos e dos sentimentos. O erro está em dizer que os Behavioristas Radicais ignoram estes processos internos. Nesse ponto sim existe consenso. Os Behavioristas Radicais estudam os processos internos como pensamento, sentimento, etc., apenas não atribuem a eles a causação dos comportamentos.</p>
<p>Para o <span>Behaviorista Radical </span>os sentimentos e os pensamentos são comportamentos como quaisquer outros. É possível estudá-los e descobrir sua função na contingência, assim como qualquer outro comportamento.</p>
<p>A melhor maneira de combater o preconceito com relação ao Behaviorismo Radical, inicialmente é discutir a respeito destas críticas. Não um debate, mas um esclarecimento sobre como é que o Behaviorismo encara diversos assuntos onde os críticos apontam certas deficiências. É necessário tomar cuidado com reducionismo. Ele também é outra variável que pode levar ao preconceito.</p>
<p>BIBILHOGRAFIA CONSULTADA E LEITURA INDICADA:
</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- </span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">BAUM, W. M. <em>Compreender o behaviorismo</em></span><span style="font-size: small;">: ciência, comportamento e cultura</span><span style="font-size: small;">. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006.</span></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Esequias Caetano de Almeida Neto.</p>
</div>


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