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	<title>Psicologia e Ciência &#187; Autismo</title>
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		<title>Autismo &#8211; um breve histórico.</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise do Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;&#8230; Imagine chegar em um país onde você não entende a língua e não conhece os costumes – e ninguém entende o que você quer ou precisa. Você, na tentativa de se organizar e entender esse ambiente, provavelmente apresentará comportamentos que os nativos acharão estranhos&#8230;&#8221; (citação retirada do Manual de Treinamento ABA &#8211; Help us [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;&#8230; Imagine chegar em um país onde você não entende a língua e não conhece os costumes – e ninguém entende o que você quer ou precisa. Você, na tentativa de se organizar e entender esse ambiente, provavelmente apresentará comportamentos que os nativos acharão estranhos&#8230;&#8221; (citação retirada do Manual de Treinamento ABA &#8211; Help us learn &#8211; Ajude-nos a aprender.)</em></p>
<p>Esta frase pode ser utilizada para compreender a maneira de uma criança portadora do Transtorno de Espectro Autista pensar, sentir e se comportar. Muitos dizem realmente que o autista constrói para sí uma realidade paralela, alheia a nossa, e por viver &#8220;lá dentro&#8221; não consegue se comunicar com os outros que vivem no mundo &#8220;real&#8221;. Será verdade? Vamos resumir aqui um pouco da história do diagnóstico de autismo a partir do texto <em>Abordagem Comportamental do Autismo</em>, de autoria de Alexandre Costa e Silva, diretor de relações públicas da Associação Brasileira de Autismo.</p>
<p>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_55anICIekBQ/STUwcRyZrXI/AAAAAAAAAIo/ca1B_AUflyY/s400/autismo.jpg" alt="" width="400" height="299" /></p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<p><strong>Breve Histórico</strong>.</p>
<p>.</p>
<p>A palavra &#8220;autismo&#8221; deriva do grego &#8220;autos&#8221;, que significa &#8220;voltar-se para sí mesmo&#8221;. A primeira pessoa a utilizá-la foi o psiquiatra austríaco Eugen Bleuler para se referir a um dos critérios adotados em sua época para a realização de um diagnóstico de Esquizofrenia. Estes critérios, os quais ficaram conhecidos como &#8220;os quatro &#8216;A&#8217;s de Bleuler, são: alucinações, afeto desorganizado, incongruência e autismo. A palavra referia-se a tendência do esquizofrênico de &#8220;ensimesmar-se&#8221;, tornando-se alheio ao mundo social &#8211; fechando-se em seu mundo, como até hoje se acredita sobre o comportamento autista.</p>
<p>Em 1943 o psicólogo norte americano Leo Kanner estudou com mais atenção 11 pacientes com diagnóstico de esquizofrenia. Observou neles, o autismo como característica mais marcante; neste momento, teve origem a expressão &#8220;Distúrbio Autístico do Contato Afetivo&#8221; para se referir a estas crianças. O psicólogo chegou a dizer que as crianças autistas já nasciam assim, dado o fato de que o aparecimento da síndrome era muito precoce. A medida em que foi tendo contato com os pais destas crianças ele foi mudando de opinião. Começou a observar que os pais destas crianças estabeleciam um contato afetivo muito frio com elas, desenvolvendo então o termo &#8220;mãe geladeira&#8221; para referir-se as mães de autistas, que com seu jeito frio e distante de se relacionar com os filhos promoveu neles uma hostilidade inconsciente a qual seria direcionada para situações de demanda social.</p>
<p>As hipóteses de Kanner tiveram forte influência no referencial psicanalítico da síndrome que  pressupunha uma causa emocional ou psicológica para o fenômeno, a qual teve como seus principais precursores os psicanalistas Bruno Bettelheim e Francis Tustin.</p>
<p>Bettelheim, em sua terapêutica, incitava as crianças a baterem, xingarem e morderem em uma estátua que, pelo menos para ele, simbolizava a mãe delas. Tustin, por outro lado, acreditava em uma fase autística do desenvolvimento normal, na qual a criança ainda não tinha aprendido comportamentos sociais e era chamada por ela de fase do afeto materno,  funcionando como uma ponte entre este estado e a vida social. Se a mãe fosse fria e suprimisse este afeto, a criança não conseguiria atravessar esta ponte e entrar na vida social normal, ficando presa na fase autística do desenvolvimento. Em 1960, no entanto, a psicanalista publica um artigo no qual desfaz a idéia da fase autística do desenvolvimento.</p>
<p>Naquela época a busca pelo tratamento psicanalítico era muito intensa. Muitas vezes as crianças passavam por sessões diárias, inclusive no domingo. O preço pago era muito alto. Muitas famílias vendiam seus bens na esperança de que aquele método as ajudasse a corrigir o erro que haviam cometido na criação de seus filhos.</p>
<p>Com o advento da década do cérebro, no entanto, estas idéias começaram a ser deixadas de lado &#8211; além de não estarem satisfazendo as expectativas dos pais. A partir de 1980 foram surgindo novas tecnologias de estudo, as quais permitiam investigação mais minuciosa do funcionamento do cérebro da pessoa com exames como tomografia por emissão de pósitrons ou ressonância magnética. Doenças que anteriormente eram estudadas apenas a partir de uma perspectiva psicodinâmica passaram a ser estudadas de maneiras mais cuidadosas, deixando de lado o cogito cartesiano.</p>
<p>Já na década de 60 o psicólogo Ivar Lovaas e seus métodos analítico comportamentais começaram a ganhar espaço no tratamento da síndrome. Seus resultados apresentavam-se de maneira mais efetiva do que as tradicionais terapias psicodinâmicas. E já naquela época as psicologias comportamentais sofriam forte preconceito por parte dos psicólogos de outras abordagens.  Durante as décadas de 60 e 70 os psicólogos comportamentais eram consultados quase que apenas depois que todas as outras possibilidades haviam se esgotado e o comportamento do autista tornava-se insuportável para os pais e muito danoso para a criança.</p>
<p><strong>E como o autismo é visto hoje?</strong></p>
<p>.</p>
<p>É característico do autista apresentar alguns déficits e excessos comportamentais em diversas áreas, conforme melhor explicado adiante. O grau de comprometimento destes déficits podem variar de uma criança para outra e na mesma criança ao longo do tempo. Por este motivo, a expressão Transtorno do Espectro Autista  tem sido mais utilizada em detrimento da palavra Autista.</p>
<p>Manuais diagnósticos como o DSM &#8211; IV TR e o CID &#8211; 10 caracterizam o autismo como um transtorno pervasivo do desenvolvimento no qual existe comprometimento severo em áreas como: diminuição do contato ocular; dificuldade de mostrar, pegar ou usar objetos; padrões repetitivos e esteriotipados de comportamento; agitação ou torção das mãos ou dedos, movimentos corporais complexos; atraso ou ausência total da fala. A National Society for autistic children o encara como um distúrbio do desenvolvimento que se manifesta de forma incapacitante por toda a vida, aparecendo tipicamente nos três primeiros anos de vida. Define como critérios para diagnóstico do autismo o precoce comprometimento na esfera social e de comunicação.</p>
<p>Este Transtorno Invasivo do Desenvolvimento acomete apenas cinco entre cada dez mil nascidos, ocorre em famílias de todas as configurações raciais, étnicas ou sociais. Gauderer (1993) afirma que maioria das crianças com diagnóstico do Transtorno de Espectro Autista tem fisionomia normal, e sua expressão séria pode passar a idéia, geralmente errada, de inteligência extremada. Apesar da estrutura facial normal, no entanto, estão quase sempre ausentes a expressividade das emoções e receptividade presentes na criança com desenvolvimento típico.</p>
<p style="text-align: left;">Nem sempre o autismo está associado a deficiência mental. Às vezes ele ocorre em crianças com inteligência classificada como normal. O chamado &#8220;déficit intelectual&#8221; é mais intenso nas habilidades verbais e menos evidente em habilidades viso-espaciais. É muito comum, no entanto, crianças com este diagnóstico apresentarem desempenho além do normal em tarefas que exigem apenas atividades mecânicas ou memorização, ao contrário das tarefas nas quais é exigido  algum tipo de abstração, conceituação, sequenciação ou sentido.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Incidência</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong>.<br />
Existem várias definições e critérios diagnósticos diferentes do que vem a ser o autismo. Em  decorrência disto, é difícil traçar um nível de incidência confiável, pois conforme variam as definições e critérios diagnósticos, variam também a quantidade de pessoas diagnosticadas. Os índices mais aceitos e divulgados, no entanto, trazem uma média de 5 a 15 casos em cada 10 000 pessoas. Pesquisas epidemiológicas utilizando o DSM &#8211; III-R identificam o dobro deste numero. Quando os criterios medicos são deixados de lado em detrimento dos educacionais, a média aumenta para 21 casos em cada 10 000 pessoas. Quando a síndrome é mais rigorosamente classificada e diagnosticada, entretanto, encontra-se uma prevalência de 2 casos para cada 10 000 pessoas.
</p>
<p style="text-align: left;">Independentemente de qual critério diagnostico seja adotado, sabe-se que pessoas do sexo masculino são em geral mais atingidas. De acordo com o DSM &#8211; IV, ele ocorre três ou quatro vezes mais em meninos do que em meninas. Estas, no entanto, tendem a apresentar limitacões mais severas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Algumas hipóteses etiológicas</strong></p>
<p>Embora diversos tipos de alterações neurológicas e/ou genéticas tenham sido descritas como prováveis etiologias do autismo, não há nada comprovado ainda.  O transtorno pode estar diretamente associado a problemas cromossômicos, genéticos, metabólicos, e até mesmo doenças transmitidas ou adquiridas durante a gestação, durante e após o parto. A dificuldade em elaborar um diagnóstico de autismo é grande, quando se pensa que diversas síndromes possuem sintomatologia semelhante.<br />
Uma quantidade de 75 a 80% das crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista apresenta algum tipo de retardo mental, o qual pode estar associado a inúmeros fatores biológicos.</p>
<p style="text-align: left;">Alguns autores, como Gauderer  afirmam que algumas alterações encefálicas em fases críticas do desenvolvimento embrionário podem dar origem a algum tipo de transtorno que se enquadre no diagnóstico de transtorno do espectro autista, mas os exames clínicos que vem sendo realizados não demonstram correlação significativo entre estas alterações e o transtorno.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Este texto trata-se de um resumo discutido do artigo <em>Abordagem Comportamental do Autismo</em>, de autoria de Alexandre Costa e Silva.</span></p>
<p style="text-align: left;">


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		<title>Psicopatologia</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 13:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Brino Faggiani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De vez em quando, algum assunto me interessa em particular. A bola da vez é a psicopatologia. Decidi investigar mais sobre esse conceito.
Para mim, sempre foi claro: Psicopatologia não existe, enquanto doença da mente. Vou explicar um pouco sobre isso neste texto e em outro que está para ser publicado (Terapia Comportamental &#8211; análise funcional [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>De vez em quando, algum assunto me interessa em particular. A bola da vez é a psicopatologia. Decidi investigar mais sobre esse conceito.</p>
<p>Para mim, sempre foi claro: Psicopatologia não existe, enquanto doença da mente. Vou explicar um pouco sobre isso neste texto e em outro que está para ser publicado (Terapia Comportamental &#8211; análise funcional &#8211; avaliação).</p>
<h3>Psicopatologia</h3>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-967" title="indice_psicopatologia" src="http://www.robsonfaggiani.com/wp-content/uploads/2009/04/indice_psicopatologia-260x300.jpg" alt="indice_psicopatologia" width="208" height="240" />Do modo tradicional, psicopatologia é definida como uma doença da mente. Ou seja,<strong> um indivíduo apresenta psicopatologia se a sua mente está funcionando de forma anorma</strong>l. Essa definição pode ser criticada em muitos sentidos.</p>
<p>Primeiro, será que existe uma mente que fica doente? Skinner, behaviorista radical, diz que não. Thomas Szasz, psiquiatra e psicanalista, diz que não. Para esses e outros autores, <strong>não se pode medir a mente, nem localizá-la no espaço, nem observá-la à distância; portanto, não se pode afirmar que ela existe</strong>.</p>
<p>Nas palavras do psicanalista Thomas Szasz:</p>
<blockquote><p><span style="color: #808080;"><em>&#8220;Uma doença é um algum tipo de funcionamento anormal do corpo humano. A mente é obviamente algo semântico, linguístico, e não faz parte do corpo humano&#8221;.</em></span></p></blockquote>
<p>Szasz diz em poucas palavras: <strong>se não existe mente, ela não pode estar doente.</strong></p>
<p>Para Skinner e Szasz, as relações humanas com o mundo são comportamentais: ou seja, <strong>os problemas ditos &#8220;mentais&#8221; são, na verdade, problemas do comportamento</strong>.  Essa afirmação significa que é na relação do indivíduo com seu mundo que estão as dificuldades. Um indivíduo deprimido exibe poucos comportamentos e relata tristeza devido à relações prejudiciais que está mantendo com o ambiente e não porque seu corpo está apresentando um mau funcionamento.</p>
<p>Isso nos leva a uma segunda crítica à noção clássica de psicopatologia. Iniciemos com a pergunta: ainda que não exista mente, será que existe doença do comportamento?</p>
<p>Parece que não. Se um indivíduo está deprimido porque perdeu alguém querido, é possível dizer que sua tristeza é anormal? <strong>E se teve uma infância na qual não foi valorizado, sua depressão é anormal?</strong> Alguém com transtorno de estresse pós-traumático por ter batido o carro, está se comportamento de maneira anormal? Se a maioria das pessoas gosta mais da cor azul do que da verde, gostar da cor verde é anormal? Ser diferente dos outros é ser anormal?</p>
<p>As perguntas acima parecem querer um não como resposta. A partir do momento em que se é conhecida a história de vida de uma pessoa queixosa, identificando os elementos importantes que afetam seu comportamento atual, é muito difícil sustentar que essa pessoa tem uma doença da mente. <strong>O problema dessa pessoa, sua queixa, passa a ser explicada com relativa facilidade como uma reação normal à sua história de vida</strong>.</p>
<p>Um teste fácil de ser realizado: tente identificar quais elementos do ambiente são responsáveis por qualquer comportamento que julgue estranho em si mesmo ou em outra pessoa. <strong>Enquanto tais elementos não forem reconhecidos, o comportamento parecerá estranho</strong>. A partir do momento em que forem encontrados os fatos ambientais responsáveis pelo comportamento, ele deixa de ser considerado anormal; sua existência torna-se normal, um resultado óbvio dos fatos.</p>
<p>Uma terceira crítica à noção clássica de psicopatologia diz respeito à rotulação ocasionada por essa noção. Se existe doença mental, ela deve ter um nome. <strong>O problema é que o nome termina por definir a pessoa, e não apenas a doença</strong>. Um indivíduo com o rótulo de depressivo deixa de parecer alguém comum; tratam-no como alguém com características especiais, que precisa de cuidado constante e em quem não se pode confiar. <strong>Um rótulo não é uma pessoa</strong>. A pessoa é ampla, complexa, refinada, particular.<strong> O rótulo termina com a individualidade, com o refinamento, com a complexidade, pois transforma o indivíduo em um nome</strong>.</p>
<p><strong>Os rótulos se tornam especialmente problemáticos quando se descobre que não há, ainda, testes científicos que comprovem os diagnósticos psiquiátricos</strong> (e psicológicos, já que, muitas vezes estes se baseiam naqueles). Não há como provar cientificamente que existe a depressão, a esquizofrenia, o transtorno obsessivo-compulsivo, e assim por diante. Os diagnósticos são feitos com base em um manual estatístico criado por consenso, e não por observações de mau funcionamento do corpo ou &#8220;da mente&#8221;. Os psiquiatras admitem isso, como pode ser visto no vídeo abaixo.</p>
<p style="text-align: center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=APBE5NJO12k&amp;feature=related]</p>
<p>Em um outro vídeo, o Dr. Thomas Szasz também comenta sobre o problema do diagnóstico psiquiátrico. Vejam:</p>
<p style="text-align: center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uE0mysIHvvg]</p>
<p style="text-align: left;">Os vídeos mostram como ainda há dificuldades para diagnosticar doenças mentais. Mesmo as inventadas. No entanto, eles somente resvalam em um assunto particularmente importante: a utilização de remédios para cuidar de transtornos ainda não efetivamente comprovados. Dizendo de forma bruta: <strong>receita-se remédios para doenças que não existem</strong>.</p>
<p><strong>A noção clássica de psicopatologia ou doença mental só deveria poder ser aplicada em casos nos quais é cientificamente comprovado que os problemas comportamentais estão relacionados com um mau funcionalmento de alguma parte do corpo humano</strong>. A doença de Alzheimer é um exemplo.  O mal de Parkinson é outro. Comportamentos modificados por abuso de substância constituem um terceiro exemplo.</p>
<p><strong>Infelizmente, a maioria das chamadas doenças mentais ainda não são cientificamente comprovadas</strong>. Nosso sistema de diagnóstico é falho. Os psiquiatras sabem disso e tentam criar sistemas mais aperfeiçoados de diagnóstico. Um exemplo é a produção do <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/dsm-v/" target="_blank">DSM-V</a> que, se bem realizado, pode mudar os rumos do entendimento das doenças mentais.</p>
<p>Não é objetivo, aqui, relatar a maneira alternativa de diagnosticar problemas do comportamento. Essa empreitada será realizada no texto &#8220;Terapia Comportamental &#8211; análise funcional &#8211; avaliação&#8221;, que será publicado em breve. Além disso, já falei sobre uma forma de diagnóstico alternativo neste texto: <a href="http://www.iaccsul.com.br/robson-faggiani/36-colunista-robson-faggiani/56-o-entendimento-contextual-da-doenca-mental" class="broken_link"  target="_blank">&#8220;É normal ser anormal:&#8230;&#8221;</a>. Vale a pena ler todo o texto e, principalmente, os comentários feitos por um psiquiatra ao final dele.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;- xx &#8212;&#8212;&#8212;- xx &#8212;&#8212;&#8212;- xx &#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Este texto não cobre tudo o que há para ser falado sobre psicopatologia. Seu objetivo era discutir brevemente a adequação do conceito e algumas implicações dele. Por favor, deixe perguntas e comentários. Um novo texto pode ser escrito se os leitores indicarem áreas importantes que não foram comentadas aqui, ou se tiverem perguntas que necessitam resposta imediata. Novamente recomendo a leitura do texto <a href="http://www.iaccsul.com.br/robson-faggiani/36-colunista-robson-faggiani/56-o-entendimento-contextual-da-doenca-mental" class="broken_link"  target="_blank">&#8220;É normal ser anormal:&#8230;&#8221;</a> e dos vídeos mostrados acima.</p>
<p>Robson Faggiani</p>


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		<title>Orientação a Pais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Brino Faggiani</dc:creator>
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É comum que pais e filhos apresentem conflitos: possuem expectativas e desejos diferentes com relação uns aos outros. Os pais às vezes não sabem como lidar com esses conflitos de expectativas e, em sua tentativa de executar soluções lógicas, podem produzir mais problemas do que benefícios. Uma das causas disso é porque o comportamento não é [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="justify">É comum que pais e filhos apresentem conflitos: possuem expectativas e desejos diferentes com relação uns aos outros. Os pais às vezes não sabem como lidar com esses conflitos de expectativas e, em sua tentativa de executar soluções lógicas, podem produzir mais problemas do que benefícios. Uma das causas disso é porque o comportamento não é tão lógico quanto gostaríamos.</p>
<p align="justify"><img class="alignleft" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2008/03/familia.gif" alt="familia.gif" width="243" height="189" />O trabalho do psicólogo com pais e filhos em dificuldades de relacionamentos não é apenas resolução de conflitos. Grande parte do trabalho é ensinar aos pais sobre análise do comportamento, uma estratégia mais produtiva do que simplesmente apontar soluções. Em certa medida, as estratégias adotadas pelos analistas do comportamento podem ser comparadas às vistas no programa SuperNanny.</p>
<p align="justify">No entanto, o trabalho vai mais longe. O treino de pais envolve um ensino detalhado de como resolver problemas que podem a acontecer e a prevenir seu acontecimento. Para tanto, é necessária uma observação de como os pais se relacionam com a criança e, a partir daí, é feito um planejamento de ensino e intervenção. Os resultados podem ser muito rápidos e duradouros.</p>
<p align="justify">Uma boa relação familiar traz benefícios não só para as crianças, mas também para os pais. Em uma família harmônica, o tempo de convívio traz prazer e alívio da pressão do trabalho. As crianças, por sua vez, são beneficiadas a curto e a longo prazo. Uma infância saudável é traduzida em um adulto íntegro e auto-confiante.</p>
<p align="justify">Para contratar ou saber mais sobre os serviços, entre em contato com a <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autores/">Equipe Psicologia e Ciência</a>.</p>
<p align="justify">Leia o texto <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/como-lidar-com-os-filhos/">Como Lidar com os Filhos</a>.</p>
</div>


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		<title>Autismo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Brino Faggiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>

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O autismo é considerado uma desordem causada por uma alteração cerebral que produz dificuldade em três áreas: (1) Comunicação, (2) Relacionamento social e (3) Comportamentos repetitivos e inadequados. Ainda não se sabe ao certo a origem da alteração cerebral. No entanto, modernos tratamentos, como o método ABA, permitem à criança aprender a se comunicar e criar [...]


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<p align="justify">O autismo é considerado uma desordem causada por uma alteração cerebral que produz dificuldade em três áreas: (1) Comunicação, (2) Relacionamento social e (3) Comportamentos repetitivos e inadequados. Ainda não se sabe ao certo a origem da alteração cerebral. No entanto, modernos tratamentos, como o <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-terapia/">método ABA</a>, permitem à criança aprender a se comunicar e criar laços sociais.</p>
<p><img src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2008/03/autismo.jpg" alt="autismo.jpg" width="275" height="210" />O autismo é uma desordem espectral, gradativa. Ou seja, as características observadas nas pessoas autistas também estão presentes, em menor grau, em pessoas com desenvolvimento típico. De forma semelhante, algumas desordens, como o transtorno de Rett, reúnem características exacerbadas do autismo.</p>
<p>Por ser espectral, algumas pessoas acreditam que o autismo não seja realmente uma doença, mas apenas uma característica humana como qualquer outra. De acordo com essa perspectiva, pode-se dizer que há pessoas com muita ou pouca altura e que há pessoas com muito ou pouco &#8220;autismo&#8221;. Independentemente de ser ou não uma doença, alguns cuidados e atividades podem tornar a vida de indivíduos diagnosticados com autismo mais produtiva (veja <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-terapia/">Autismo -Terapia</a>, neste site).</p>
<p>MAIS SOBRE AS DIFICULDADES</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Prejuízos na comunicação:</span> Muitos autistas têm dificuldade em desenvolver um repertório verbal adequado para as exigências cotidianas. Suas frases podem conter poucas palavras e pode haver dificuldade em compreender a fala de terceiros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Preju</span><span style="text-decoration: underline;">ízos em relacionamento social:</span> A capacidade de compreender os sentimentos de outras pessoas é baixa nos autistas. Normalmente, outros elementos do meio, como objetos que giram ou televisão, são preferidos a contato social.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Prejuízos na relação com o ambiente:</span> É comum que autistas executem comportamentos repetitivos e, em alguns casos, auto-lesivos. Supõe-se que um dos motivos por que esses comportamentos ocorrem seja a auto-estimulação que eles produzem.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sensações:</span> Alguns estudiosos afirmam que os autistas têm dificuldades em organizar os dados de sua percepção, ou até, percebem o mundo de forma diferente. Se esses estudiosos estiverem corretos, essa distorção perceptual poderia explicar, em parte, as dificuldades dos autistas, particularmente aqueles relacionadas à contato social e comportamentos repetitivos.</p>
<p>Essas dificuldades podem ser bastante amenizadas com <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-terapia/">terapia</a>. Alguns autistas levam uma vida normal, em todos os sentidos. A <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-grupo-de-pais/">participação dos pais</a> é fundamental para esse sucesso.</p>
<p>Para mais informação sobre o autismo, visite os seguintes sites:<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autismo" target="_blank">Wikipedia &#8211; Autismo</a> (português)<br />
<a href="http://www.aplicarciencia.com.br/arquivos/Autismo_-_An%E1lise_do_Comportamento_Aplicada.pdf" class="broken_link"  target="_blank">Artigo sobre o método ABA</a> (português)<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Autism" target="_blank">Wikipedia &#8211; Autismo</a> (inglês)<br />
<a href="http://www.behavior.org/autism/" class="broken_link"  target="_blank">Site sobre o método ABA</a> (inglês)</div>


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		<title>Autismo &#8211; Grupo de Pais</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 20:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Brino Faggiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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		<description><![CDATA[A criação de grupos de pais tem por objetivo proporcionar orientação a pais de crianças autistas, complementando o trabalho do profissional especializado e possibilitando a troca de experiências entre diferentes pais.

JUSTIFICATIVA: Lidar com crianças autistas requer atenção constante. Elas tendem a agir de maneiras inadequadas quando não estão realizanto tarefas. Quanto mais tempo em companhia [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de grupos de pais tem por objetivo proporcionar orientação a pais de crianças autistas, complementando o trabalho do profissional especializado e possibilitando a troca de experiências entre diferentes pais.</p>
<ul>
<li><strong>JUSTIFICATIVA:</strong> Lidar com crianças autistas requer atenção constante. Elas tendem a agir de maneiras inadequadas quando não estão realizanto tarefas. Quanto mais tempo em companhia da criança, ensinando-a, m<img class="alignleft" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2008/03/familia-2.jpg" alt="familia-2.jpg" width="223" height="172" />elhores são os resultados em seu comportamento. Os pais podem ajudar, conhecendo e aplicando princípios básicos sobre o comportamento e técnicas para lidar com seus filhos. O auxílio dos pais às crianças em situações cotidianas as ajudam a se tornarem independentes e a lidarem melhor com situações sociais.</li>
<li><strong>METODOLOGIA</strong>: O trabalho é realizado de acordo com os pressupostos do método ABA (Applied Behavior Analysis &#8211; Análise do Comportamento Aplicada).
<ul>
<li><em>Orientação em Grupo:</em> os pais se reúnem com o orientador e apresentam seus filhos e possíveis problemas que estejam ocorrendo. O orientador, juntamente com os outros pais, procura soluções e propõe mudanças para solucionar o problema. O espaço permite a troca de experiências emocionais e cotidianas, que facilitam o convívio com a criança.</li>
<li><em>Orientação Individual:</em> Os pais que desejarem podem se encontrar com o orientador individualmente, para falar sobre problemas específicos e tirar dúvidas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>POPULAÇÃO ALVO:</strong> Pais e cuidadores de crianças autistas.</li>
<li><strong>VAGAS: </strong>O número de vagas deve ser combinado com o grupo de pais. Se for necessário, dois ou mais grupos podem ser formados.</li>
<li><strong>PERÍODO:</strong> Início em Março/2008</li>
<li><strong>DURAÇÃO/FREQUÊNCIA/LOCAL:</strong> Cada encontro terá duração de 01h50min (uma hora e cinqüenta minutos) e será realizado uma vez por semana, em Guarulhos.</li>
<li><strong>ORIENTAÇÃO: </strong>Robson Faggiani<strong> </strong></li>
</ul>
<p>Para contratar ou saber mais sobre os serviços, entre em contato com a <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autores/">Equipe Psicologia e Ciência</a>.</p>
<p>Saiba mais sobre <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo" target="_blank">autismo</a>.</p>
<div></div>
<div></div>
<ul></ul>


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		<title>Autismo &#8211; Terapia</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 20:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Brino Faggiani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Para lidar com indivíduos autistas, utilizamos o Método ABA (Applied  Behavior Analysis &#8211; Análise do Comportamento Aplicada). O método  tem alta taxa de sucessos e, por conta disso, o governo americano  escolheu esse método como o tratamento psicológico por excelência para  indivíduos autistas. Um movimento semelhante está acontecendo em São  [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para lidar com indivíduos autistas, utilizamos o <strong>Método ABA</strong> (<em>Applied  Behavior Analysis</em> &#8211; Análise do Comportamento Aplicada). O método  tem alta taxa de sucessos e, por conta disso, o governo americano  escolheu esse método como o tratamento psicológico por excelência para  indivíduos autistas. Um movimento semelhante está acontecendo em São  Paulo, no sentido de pedir que o governo passe a dar auxílio financeiro a  pais que desejem tratar os filhos com o ABA.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2008/03/autism_treatment.jpg" alt="autism_treatment.jpg" width="250" height="245" />O trabalho com  crianças autistas tem por objetivo integrar a criança à comunidade da  qual ela faz parte. Para isso, a intervenção é planejada e executada  cuidadosamente, abrangendo as atividades das crianças em todos os  ambientes freqüentados por ela: escola, casa, lazer, etc. Também  acompanha-se o trabalho do psiquiatra (quando existente), pois a  comunicação entre diferentes profissionais permitem um maior  conhecimento das habilidades da criança.</p>
<p>Antes da execução da intervenção, realiza-se uma <strong>avaliação do  repertório</strong> da criança, identificando seus pontos fortes e fracos.  Com base na avaliação, planos educacionais são criados, direcionados a  dificuldades de aprendizagem, dificuldades emocionais, e dificuldades  sociais e de comunicação. Os planos educacionais são particulares para  cada criança, garantindo adequação às suas necessidades e às suas  preferências. Isso permite um aprendizado estruturado, rápido e  contínuo. São feitos de modo que os <strong>objetivos a serem alcançados  sejam claros e observáveis</strong>, permitindo que os pais acompanhem de  perto o sucesso da intervenção. A análise do comportamento tem  demonstrado ser possível ensinar qualquer tipo de habilidade para a  criança, inclusive o reconhecimento de emoções e o comportamento  emocional propriamente dito.</p>
<p>Dois tipos de comportamento recebem atenção especial: habilidades sociais e de comunicação e habilidades A interação social é trabalhada por meio  de atividades de brincadeiras e reconhecimento de expressões e sentimentos. Durante toda a terapia, e no acompanhamento escolar, atenção social intensa é dada à criança, de modo a tornar a interação com o outro interessante.</p>
<p>As habilidades de comunicação, por sua vez, são ensinadas passo a passo,  iniciando pelo aprendizado de pedidos e repetição de palavras. Depois, avança-se para nomeações e formação de frases simples. Em seguida, começa-se o treino de conversação. Finalmente, programa-se o ambiente para a ocorrência de diálogos espontâneos com a criança. Além da interação social e da comunicação, trabalha-se desenvolvimento acadêmico e redução de comportamentos disruptivos e estereotipias.</p>
<p>Paralelamente ao trabalho terapêutico, os pais e profissionais que lidam com as crianças recebem <strong>treinamento  em análise do comportamento</strong>, tornando-se hábeis na produção e  manutenção de comportamentos adequados e nas técnicas para redução de  freqüência dos comportamentos inadequados, além de se tornarem aptos a  avaliar o desenvolvimento da criança passo a passo. Caso a criança  freqüente a escola, acompanha-se seu comportamento no ambiente  acadêmico, favorecendo uma mudança mais rápida.</p>
<p>Trabalhamos em todo o Brasil. Visitamos as famílias em suas cidades e realizamos treinamento especializado e acompanhamento mensal ou bimestral presencial, além de acompanhamento online ou por telefone.</p>
<p>Também oferecemos <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-grupo-de-pais/">Orientação  a Pais de Crianças Autistas</a>.</p>
<p align="justify">Para contratar ou saber mais sobre os serviços, entre  em contato com nossa <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autores/" target="_blank">Equipe</a>.</p>
<p align="justify">Saiba mais sobre <a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo/">autismo</a>.</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-grupo-de-pais/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo &#8211; Grupo de Pais'>Autismo &#8211; Grupo de Pais</a> <small>A criação de grupos de pais tem por objetivo proporcionar...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo'>Autismo</a> <small> O autismo é considerado uma desordem causada por uma...</small></li><li><a href='http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-um-breve-historico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Autismo &#8211; um breve histórico.'>Autismo &#8211; um breve histórico.</a> <small>&#8220;&#8230; Imagine chegar em um país onde você não entende...</small></li></ol></p>]]></content:encoded>
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