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	<title>Comments on: 8 perguntas sobre Transtornos Alimentares</title>
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		<title>By: Juuh Sartoni</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/8-perguntas-sobre-transtornos-alimentares/comment-page-1/#comment-4023</link>
		<dc:creator>Juuh Sartoni</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 20:55:03 +0000</pubDate>
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		<description>muitoo boom, ajudou a mim e a meu grupo ! estamos fazendo um trabalhoo ;) obrigada ! (:</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muitoo boom, ajudou a mim e a meu grupo ! estamos fazendo um trabalhoo <img src='http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  obrigada ! (:</p>
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		<title>By: raquel</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/8-perguntas-sobre-transtornos-alimentares/comment-page-1/#comment-3008</link>
		<dc:creator>raquel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 15:57:11 +0000</pubDate>
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		<description>gostei só vi po causa do meu trabalho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei só vi po causa do meu trabalho</p>
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		<title>By: ARISLEIA E ADRIANA</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/8-perguntas-sobre-transtornos-alimentares/comment-page-1/#comment-921</link>
		<dc:creator>ARISLEIA E ADRIANA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 11:46:32 +0000</pubDate>
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		<description>MUTO  LEGAL     


            </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MUTO  LEGAL</p>
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		<title>By: Marcelo</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/8-perguntas-sobre-transtornos-alimentares/comment-page-1/#comment-37</link>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 22:14:38 +0000</pubDate>
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		<description>Ola.
Como nao deixou um email em especifico para a resposta vou responder aqui. Provavelmente a sua duvida vai ajudar outras pessoas.

Bom, acredito que a melhor maneira de abordar uma pessoa que se suspeita que tenha o problema é com cautela.

Primeiramente é necessario observar e pesquisar um pouco sobre o assunto. O segundo passo a ser dado quando se constata o problema é a abordagem direta e honesta. Sem ser punitivo e nem moralista. É importante que a pessoa em questao nao se sinta ameaçada. Pois a tendencia natural é a negação ( principalmente na anorexia ). A conversa em primeiro momento é fundamental. Se tiver um medico de familia onde ja tenha se estabelecido uma relaçao de confiança com o &quot;doente&quot; melhor ainda.

Em alguns casos, principalmente quando a perda de peso é muito grande ou quando ja se tem comprometimentos fisicos serios, nao tem outra opção : É necessario a FORÇA. A internação é fundamental, pois a anorexia / bulimia leva a morte. Seja por ataque cardiaco seja por inanição.

O tratamento é muito aversivo para o cliente pois é necessario que ele coma e se estabeleça todos os nutrientes que o corpo precisa.

O tratamento é longo, mas que em grande maioria dos casos da certo. Desde que familia - Cliente - Equipe se comprometam com o tratamento.

Geralmente o tratamento é Medico, Psicologico e Nutricional.
Obrigado por ter acompanhado o Blog e até uma proxima postagem.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola.<br />
Como nao deixou um email em especifico para a resposta vou responder aqui. Provavelmente a sua duvida vai ajudar outras pessoas.</p>
<p>Bom, acredito que a melhor maneira de abordar uma pessoa que se suspeita que tenha o problema é com cautela.</p>
<p>Primeiramente é necessario observar e pesquisar um pouco sobre o assunto. O segundo passo a ser dado quando se constata o problema é a abordagem direta e honesta. Sem ser punitivo e nem moralista. É importante que a pessoa em questao nao se sinta ameaçada. Pois a tendencia natural é a negação ( principalmente na anorexia ). A conversa em primeiro momento é fundamental. Se tiver um medico de familia onde ja tenha se estabelecido uma relaçao de confiança com o &#8220;doente&#8221; melhor ainda.</p>
<p>Em alguns casos, principalmente quando a perda de peso é muito grande ou quando ja se tem comprometimentos fisicos serios, nao tem outra opção : É necessario a FORÇA. A internação é fundamental, pois a anorexia / bulimia leva a morte. Seja por ataque cardiaco seja por inanição.</p>
<p>O tratamento é muito aversivo para o cliente pois é necessario que ele coma e se estabeleça todos os nutrientes que o corpo precisa.</p>
<p>O tratamento é longo, mas que em grande maioria dos casos da certo. Desde que familia &#8211; Cliente &#8211; Equipe se comprometam com o tratamento.</p>
<p>Geralmente o tratamento é Medico, Psicologico e Nutricional.<br />
Obrigado por ter acompanhado o Blog e até uma proxima postagem.</p>
<p>Abraços</p>
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		<title>By: Anonimo</title>
		<link>http://www.psicologiaeciencia.com.br/8-perguntas-sobre-transtornos-alimentares/comment-page-1/#comment-36</link>
		<dc:creator>Anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 14:13:53 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo seu artigo Dr. Marcelo, está muito bem escrito e é muito real!

Eu conheço um caso, que para mim é óbvio mas que para as pessoas mais próximas da doente pode não ser.

Aproveito para lhe colocar uma questão concreta: qual é a melhor maneira de se abordar a própria doente, uma vez que a pessoa em causa tende a negar o problema:

confrontando-a directamente? ou, então, qual a forma mais adequada de o fazer?

Penso que, em muitos casos como este, a maioria dos familiares não sabe como agir, de que forma deve &quot;abordar o assunto&quot; para que a doente possa aceitar a ajuda, que (tanto) precisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo seu artigo Dr. Marcelo, está muito bem escrito e é muito real!</p>
<p>Eu conheço um caso, que para mim é óbvio mas que para as pessoas mais próximas da doente pode não ser.</p>
<p>Aproveito para lhe colocar uma questão concreta: qual é a melhor maneira de se abordar a própria doente, uma vez que a pessoa em causa tende a negar o problema:</p>
<p>confrontando-a directamente? ou, então, qual a forma mais adequada de o fazer?</p>
<p>Penso que, em muitos casos como este, a maioria dos familiares não sabe como agir, de que forma deve &#8220;abordar o assunto&#8221; para que a doente possa aceitar a ajuda, que (tanto) precisa.</p>
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